Opinião


Bem vindos.


Criei este blog para mostrar um pouco da minha região e o gosto que tenho por canários e a sua criação,
Todas as fotografias , opiniões, sugestões são exclusivamente de minha autoria e sem nenhum caracter cientifico.

Salvo alguma excepção, devidamente assinalada com o nome do autor.

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sábado, 28 de maio de 2011

PEQUENO DICIONÁRIO do CANARICULTOR

                                            Pequeno Dicionário do Canaricultor



 ALELOS - Genes em que se designam os caracteres. 

ANILHA - Abraçadeira inviolável para controle de criação.

AUTOSSOMAL - Mutação independente do sexo dos indivíduos do casal.

CANÁRIO COM FATOR - Canários com lipocromo vermelho.

CAROTENO - Pigmento de cor laranja ou vermelha.

CAROTENOIDES - Grupo de pigmentos solúveis em gordura, semelhante ao caroteno, tais pigmentos tem sua cor variando do amarelo ao vermelho.

CATEGORIA - Forma pela qual o lipocromo é distribuído na plumagem.

CLOACA - Orifício comum à reprodução e eliminação de fezes, urina e ovos.

CONSANGUINIDADE - Parentesco de sangue materno ou paterno.

COR DE FUNDO - Termo utilizado para descrever a presença ou ausência de lipocromo.

CROMOSSOMAS - Filamentos encontrados nas células, que carregam os genes, responsáveis pelas informações genéticas de um ser vivo.

DESPIGMENTAÇÃO - Ausência de pequena proporção de certo pigmento.

DILUIÇÃO - Forma pela quais as melaninas se apresentam em sua intensidade mínima.

DIMORFISMO SEXUAL - São diferenças entre machos e fêmeas, visualizadas com uma simples observação dos pássaros.

DOMINANTE - Pássaro de caracteres dominantes às demais cores de fundo.

DORSO - Parte posterior das costas.

ENVOLTURA - Define as melaninas dispersas na plumagem do canário, que não estão presentes nos bastões e estrias.
 
ESPÉCIE - Conjunto de indivíduos semelhantes no aspecto morfológico, capazes de se reproduzir, gerando descendentes férteis.

ESTRIAS - Localização das melaninas negra e castanha na plumagem do canário.

EUMELANINA - Coloração negra ou castanha que se deposita na plumagem, formando os desenhos (estrias).

FACTOR - Elemento que concorre para o resultado de uma mutação.

FACTOR AZUL - Grande inibidor de feomelanina sendo o principal responsável pelo brilho dos canários.

FATORLETAL - Os factores intenso e branco dominante acasalados entre si, morte de 25% dos embriões.

FENÓTIPO - Características genéticas observadas externamente em um canário

FEOMELANINA - Pigmento castanho que se depositas nas extremidades das penas

FLANCO - Cada uma das duas regiões abdominais, direita e esquerda.

GENES - Uma parte de um cromossoma que resulta em certa característica.

GENÓTIPO - Conjunto de genes que contém a informação genética completa para se construir um individuo.

HETEROZIGOTO - Individuo com par de cromossomas diferentes.

HIBRIDAÇÃO - É a introdução de um gene de uma espécie, em outra, através de cruzamentos entre aves diferentes.

HÍBRIDO - Pássaro resultante do cruzamento de espécies distintas. Um exemplo é o cruzamento do canário com o Tarim para obtenção do fator vermelho.

HOMOZIGOTO - Individuo com par de cromossomas idênticos, pássaro que não porta nenhuma mutação totalmente puro.

INO - Terminologia aos canários albinos, lutinos e rubinos (canários com olhos vermelho, sem eumelanina ).

INTENSO - Denominação ao canário com lipocromo amarelo ou vermelho, atingindo toda a extensão das penas.

LINHA CLARA - Grupo de canários Lipocrómicos caracteriza-se pela ausência total de melanina.

LINHA ESCURA - Grupo de canários melánicos caracteriza-se pela presença de melaninas.

LINHAGEM - Conjunto de pássaros com consanguinidade controlada.  

LIPOCROMO - São pigmentos de origem lipida que se manifesta nas cores amarelo, vermelho e branco dominante (parcialmente) nos canários.

LUTINOS - Canários amarelos de olhos vermelhos.

MELÂNICOS - Todo exemplar de sub plumagem negra, podendo variar desde o bege bem claro até o negro.

MOSAICO - É um canário com Dimorfismo sexual onde o depósito de lipocromo é restrito em áreas específicas da plumagem; máscara facial, ombros, uropígio e peito, fêmeas e machos são julgados separadamente.

MUDA - Época de renovação de plumagem (nos canários é anualmente).

MUTAÇÃO - Constituição hereditária com aparecimento de carácter inexistente nas gerações anteriores, pode ser ligada ao sexo ou autossomais.

NEVADO - Todo o exemplar que recebeu na sua cor uma névoa por todo o corpo.

OVOSCOPIA - Acto de examinar ovos em fecundação (sétimo dia) para verificar se estão fecundados.

OXIDAÇÃO - Forma pela quais as melaninas se apresentam em sua intensidade máxima .

PENUGEM - Primeiras penas que surgem de um pássaro.

PIGMENTAÇÃO - Coloração através de substâncias.

QUISTOS - Pela impossibilidade da pena romper a pele e atingir seu desenvolvimento, fazendo com que ela fique abaixo da pele, formações de bolas (caroços).

RECESSIVO - É o factor responsável pela ausência absoluta de carotenóide com inibição total do depósito de lipocromo amarelo e vermelho.

REMIGES - Penas grandes das asas.

RETRIZES - Penas grandes da calda.

RUBINOS - Canários de plumagem e olhos vermelhos.

SÉRIE Agrupamento de cores quanto as caracteristicas lipocromicas e melanicas semelhantes. 

SEXO LIGADO - Denominação á trasmissão de uma mutação no cromossomo " X ". 

SCHIMELL -Manifestação indesejável de nevadismo em algumas regiões da plumagem dos canários. Característica essa que apresenta desvantagem para efeito de concurso.  

SIRINGE - Órgão interno do pássaro responsável pelo canto.

SUB-PLUMAGEM - São as penugens constituídas de penas finas, sedosas, rachões mole e barbas soltas.

TETRIZES - Penas que recobrem todo o corpo do canário.

TIPO - Avaliação da quantidade de melanina do canário. Subdivide-se em Eumelanina e Feomelanina.

UROPÍGIO - Região do corpo do pássaro, localizado junto à cauda, onde estão localizados o par de glândulas uropígias.

VARIEDADE - Refere-se á cor de fundo do canário.

CANÁRIOS - Doenças de A a Z

                                                                               P

                                                                                                
               Parasitas externos


  Vários são os parasitas que atacam os canários, mas vamos apenas referir dois — o piolho das penas e o piolho vermelho
   O canário portador de parasitas sente irritação na pele, acompanhada de comichão, chegando a ferir-se com tamanho mal-estar. O piolho das penas vive permanentemente no corpo da ave, enquanto o piolho vermelho só ataca de noite para sugar o sangue, permanecendo escondido durante o dia em pequenas fendas ou poleiros ocos, das gaiolas.
   As causas são a pouca limpeza e higiene nas instalações, havendo casos em que podem ter aparecido ao adquirir-se uma ave nova, portadora desta praga.
   O tratamento é muito simples. Existem no comércio produtos apropriados em forma de sprays ou em pó, muito eficientes bastando aplicá-los no local e instalações dois ou três dias.


 

        Perda de voz
A perda de voz ou afonia manifesta-se parcial ou totalmente no canário, que deixa de cantar.
   As causas podem ter origem numa ligeira afecção da laringe, numa corrente de ar, na mudança para um outro meio ambiente ou até enfraquecimento.
   Como tratamento, é aconselhável manter a ave em lugar quente e temperatura sem grandes alterações, ter cuidado com a higiene e alimentação, esta enriquecida com papa de ovo. A afonia só é grave para o canário e preocupante para o criador, quando se torna permanente.

         Pevide
O canário tenta alimentar-se sem o conseguir. A doença deve-se ao crescimento de uma substância córnea que se vai tornando saliente na parte que forra a ponta da língua do canário.
   O tratamento faz-se arrancando com muito cuidado a calosidade com a ponta de um alfinete, bem desinfectado, evitando ferir a língua.
          
        Prisão de ventre
  Manifesta-se pelo esforço que o canário tem de fazer para evacuar, por os excrementos serem bastante duros.
   A causa é atribuída a uma deficiente alimentação, normalmente a um excesso de sementes gordas.
   O tratamento é simples, não havendo necessidade de recorrer a medicamentos. Basta fornecer ao canário verdura em abundância durante dois ou três dias e retirar-lhe as sementes «negras» e a papa de ovo.


                                                     Q                                           

             Quistos

   O canário apresenta inchaços ou saliências, sendo mais frequente o seu aparecimento na cabeça, pescoço ou asas.
   Os quistos são, geralmente, motivados por penas encravadas, uma excessiva plumagem ou, nalguns casos, fruto de hereditariedade.
   O tratamento consiste em aplicar, diariamente, tintura de iodo no quisto aberto ou em toda a zona circundante.

                                                    S   

             Sarna

   Manifesta-se nos dedos do canário, pelo endurecimento e descarnação do tecido que os envolve, seguindo-se o aparecimento de uma matéria pegajosa, viscosa, de cor esbranquiçada, por vezes em forma de crosta.
   As causas da sarna devem-se ao aparecimento de parasitas invisíveis que encontram campo aberto para se instalarem onde não existe limpeza. É evidente que um factor a ter em conta é a higiene nas instalações, medida preventiva indispensável.
   O tratamento consiste em lavar os dedos do canário com desinfectante diluído em água tépida, friccionando seguidamente com pomada apropriada.

                                            
                                                   T  

                    Tuberculose
O canário começa a emagrecer, rejeita a comida, anda triste, cansado e febril.
   A causa pode ser uma transmissão hereditária, mudanças bruscas de temperatura ou correntes de ar.
   É uma doença muito contagiosa. Quando se tem a certeza de que os canários estão a morrer com este terrível mal, suprime-se os que estão atacados e faz-se uma desinfecção rigorosa às instalações. Se há apenas suspeita dá-se-lhes espaço para voarem e fornece-se uma alimentação rica e cuidada, administrando-se antibiótico. 


                                            V 
          Variola
A varíola manifesta-se de duas maneiras: cutânea ou pulmunar.
De forma cutânea, presencia-se o aparecimento de botões ou pústulas à volta dos olhos, bico e patas. Estas pústulas contém um líquido purulento que contém os micróbios. À volta dos olhos, estas pústulas podem supurar dando origem a uma conjuntivite e consequente perda da visão. Quanto à forma pulmunar, esta segunda maneira é a forma mais grave. Não aparecem lesões cutâneas, mas somente lesões internas. O diagnóstico desta mortalidade fulminante não se pode fazer a não ser por autópsia. A prevençao é o melhor tratamento (vacinação).

quinta-feira, 26 de maio de 2011

CANÁRIOS - Doenças de A a Z

                                                                           F
Fígado (Doença do)

   A doença do fígado manifesta-se por um grande volume no abdómen. O canário perde o apetite, pouco canta, tem um aspecto sonolento e as fezes líquidas.
   As causas podem ser uma alimentação imprópria (sementes velhas) ou excessiva, com muitas sementes gordas.
   O tratamento consiste em dar só sementes (magras - alpista) durante alguns dias, retirando as (gordas - nabo) e excluindo também da dieta toda a verdura e papa de ovo. Na água pode juntar-se medicamento apropriado, adquirido no comércio. Depois de recuperado o canário pode retomar a alimentação normal.

                                                                          
                                                                       O

Obesidade

   O corpo do canário apresenta um aspecto quase deformado, perdendo a elegância, o porte da raça em que se insere e, consequentemente, o seu valor comercial.
   As causas podem ser a falta de exercício por a gaiola em que se encontra ser pequena ou
no caso de habitar em viveiro, o mesmo ser demasiado povoado, não permitindo que voe livremente. A assimilação de grande quantidade de alimento ou a percentagem elevada de sementes gordas na dieta podem igualmente estar na origem da obesidade.
  
 A forma de evitar esta manifestação no canário é dar-Ihe grandes espaços para exercício e fornecer-lhe uma alimentação equilibrada.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ARLEQUIM PORTUGUÊS - Decorrer da criação

Este ano o tempo não têm ajudado muito, uns dias faz sol com temperaturas a rondar 33º graus durante o dia, durante a noite arrefece muito. até aos 10º graus ( grandes amplitudes térmicas ).
 Noutros chove muito e com grandes trovoadas ( humidade relativa muito alta).

Mesmo assim as criações não me estão a correr muito mal, com algumas dificuldades é certo, mas sem nenhuma morte ate ao momento, só alguns ovos brancos e embriões mortos talvez devido ás trovoadas.

FICAM AGORA ALGUMAS FOTOS.

4 CRIAS ARLEQUIM PORTUGUÊS


2 CRIAS ARLEQUIM PORTUGUÊS


2 JUNIORES ARL. PORT.

MAIS 2 JUNIORES ARL. PORT.



PARA MIM O MAIS BONITO (espero que seja uma fêmea)


UM DOS PROGENITORES ARL. PORT.

terça-feira, 24 de maio de 2011

CALOPSITA - UMA PAIXÃO DA MINHA MÃE

A minha mãe sempre desejou criar uma caturra à mão

agora esse desejo realizou-se

e não se está a sair nada mal...


segunda-feira, 23 de maio de 2011

1000 VISUALIZAÇÕES

O blog ultrapassou as mil visualizações... Pode parecer pouco, mas para mim é um otimo resultado, e sinceramente nunca pensei, obter este resultado em apenas 3 meses. Espero continuar a ser do vosso agrado para continuar a receber as vossas visitas e de futuros visitantes. O meu MUITO OBRIGADO especialmente para quem contribuio para este total de visitas.


CONTINUAÇAO DE BOAS CRIAÇOES...

domingo, 22 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

BLOG- Canários do Honório - Arlequim Português e Border Fancy

Um novo blog sobre canários de porte, Arlequim Português e Border Fancy do criador Honório Ramalho.


CANÁRIOS - Doenças de A a Z

                                                                        D

                                                              
Debilidade
 O canário apresenta-se com menos vitalidade que o habitual pelo estado de fraqueza em que se encontra.
   As causas podem estar numa alimentação incorrecta, falta de vitaminas ou sais minerais, fêmea que faça demasiadas incubações ou macho que fez vários acasalamentos.
   O tratamento consiste em fornecer uma boa e variada alimentação e dar também um complexo vitamínico.



        
Diarreia

O canário evacua constantemente, os excrementos são líquidos e o seu abdómen apresenta uma cor avermelhada.
   As causas andavam associadas à falta de higiene nas instalações ou a uma alimentação imprópria.
   Como tratamento, diremos que o isolamento da ave num ambiente aquecido, em temperatura não muito variável, é sempre um auxiliar. Também existem antibióticos apropriados a esta doença. Retirar a verdura e sementes «negras», dando durante alguns dias apenas alpista.




                                                                E
       Epilepsia

Manifesta-se sobretudo nos canários jovens. A ave cai repentinamente no fundo da gaiola e fica como morta para, momentos depois, se levanta e retoma o ritmo de vida normal como se nada tivesse acontecido.
   As causas podem ser um desequilíbrio do sistema nervoso, parasitas internos ou até um estado geral de fraqueza.
  Se os ataques epilépticos sâo frequentes e a origem é hereditária nada se pode fazer. Nos casos em que a manifestação é devida a acidente (susto de uma gaiola que cai, longa exposição ao sol) pode ser curável consultando um veterinário para receitar um medicamento apropriado.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

MUITO MAU TEMPO


Por todo o Pais o mau tempo faz-se sentir, e aqui não é expecção.
A instabilidade do tempo têm me trazido alguns alguns probemas e agora com esta ultima trovoada não sei não... vou esperar para ver.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

CANÁRIOS - Doenças de A a Z

                                                                           C



Calosidade

   Há que ter cuidado para não confundir calosidade com excrementos secos que se acumulam nas patas. O canário sente dificuldade em assentar os dedos no poleiro, reflectindo certa inquietação e nervosismo. Os dedos ficam grossos e, por vezes, inflamados.
  Hoje em dia existem pomadas muito boas, de cuja aplicação se obtêm óptimos resultados.

     Calvície
O canário apresenta-se com falta de plumagem, «peladas», mais frequentes na cabeça ou parte superior do corpo.
   A doença é atribuída normalmente a uma deficiente alimentação, a carência de vitaminas, excessivos acasalamentos ou algum parasita.
   Não há tratamento especial que se possa indicar para combater a calvície, a não ser dar ao canário um complexo vitamínico, manter uma alimentação rica e cuidada e conservá-lo num ambiente aquecido.


         Cólera
 O canário tem as penas eriçadas, um aspecto sonolento e cansado, deixa de se alimentar e tem muita sede, naturalmente pelo estado febril em que se encontra. As fezes apresentam-se líquidas, esbranquiçadas e, por vezes, com sangue.
   A causa da infecção é o contágio, por intermédio dos alimentos, da água ou fezes, das aves afectadas. Trata-se de uma doença muito contagiosa, por vezes tão violenta que provalmente não há nada a fazer.  A resolução mais  sensata é procurar um
veterinário, iniciando entretanto com toda a urgência o isolamento das aves e uma desinfecção completa às instalações.


               Congestão pulmonar
  O canário tem dificuldade em respirar, as penas estão muito eriçadas, perde a vontade de se alimentar e o macho deixa de cantar.
   Esta doença é difícil de detectar, pois muitas vezes a morte é súbita, quando o canário está a cantar entusiasticamente; aliás, é mais frequente dar-se nos canários cantores.
   Quando a morte não é repentina, o tratamento para salvar a ave é relativamente violento, pois consiste em cortar uma unha deixando correr algumas gotas de sangue. De seguida, desinfecta-se a área afectada.

                  Conjuntivite
   O canário apresenta os olhos vermelhos, inchados e, por vezes, mesmo fechados.

   Esta afecção tem quase sempre duas origens — uma infecção ou contágio. Não sendo

tratada com urgência, pode causar a cegueira.

   O tratamento consiste, em primeiro lugar, em isolar o canário e usar todas as medidas

higiénicas ao nosso alcance. Lavar a vista com desinfectante próprio diluído em água

 tépida e seguidamente aplicar uma pomada oftalmológica indicada para estes casos e que

hoje se adquire facilmente na farmácia ou outros estabelecimentos da especialidade.